Estudos

Música da bem-aventurada esperança

Música da bem-aventurada esperança

 

A propósito do tema “A vinda de Cristo para arrebatar a Sua Igreja: a Bem-aventurada esperança” sugiro a música/videoclip seguinte “Autor da minha fé“.

A música apresentada neste impressionante videoclip é um excerto do DVD Piano e Voz, Amigos e Pertences de Paulo César Baruk, e é uma adaptação da música com o mesmo nome gravada pelo saudoso Grupo Elo em 1978.

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Cartas da Bem-aventurada Esperança – IX-

Cartas da Bem-aventurada Esperança – IX-

Secção IX – 1 Tess. 4:13-18 (30 de Junho de 2011) – O Arrebatamento (parte 2)

Continuação do grande assunto da secção anterior: o Arrebatamento da Igreja. Nesta 9.ª sessão apresenta-se a importante associação entre o Arrebatamento e o Tribunal de Cristo, momento emblemático em que as obras dos crentes serão pesadas e as recompensas atribuídas. Abordam-se ainda algumas especificidades e detalhes relativos ao Arrebatamento. Que grande esperança: o sonho de uma vida!

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Cartas da Bem-aventurada Esperança -VIII-

Cartas da Bem-aventurada Esperança -VIII-

Secção VIII – 1 Tess. 4:13-18 (23 de Junho de 2011) – O Arrebatamento (parte 1)

Nesta secção, bem como na seguinte, aborda-se (possivelmente) o grande assunto desta carta: o Arrebatamento da Igreja.

Chama-se a atenção para os argumentos, já apontados na secção III, que revelam a exclusividade atribuída a Paulo para abordar esta matéria, tão importante e a grande esperança da Igreja Corpo de Cristo.

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Cartas da Bem-aventurada Esperança -VII-

Cartas da Bem-aventurada Esperança -VII-

Secção VII – 1 Tess. 4:1-12 (16 de Junho de 2011)

Secção em que Paulo, de uma forma prática, mas bastante directa conceitos que dizem respeito à vida de santificação que deve caracterizar os membros do Corpo de Cristo. Fala-se da pureza moral, do amor fraternal, mas também da postura no emprego.

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Cartas da Bem-aventurada Esperança -VI-

Cartas da Bem-aventurada Esperança -VI-

Secção VI – 1 Tess. 3:1-13 (9 de Junho de 2011)

Nesta 6.ª secção estuda-se como o apóstolo Paulo reagiu perante uma grande encruzilhada: é conhecido o seu desejo intenso de voltar à cidade de Tessalónica, mas surgiu uma oportunidade na capital grega, Atenas. O que fez Paulo? Tomou a decisão adulta, madura, mas também sacrificial de avançar para Atenas, deixando o seu sonho entregue ao seu companheiro de missão Timóteo.

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  • Paulo abdica do seu desejo de voltar a Tessalónica (I Tess. 1:1-2), apesar da grande vontade de o concretizar (2:17);
  • A missão de Paulo em Atenas é descrita com algum pormenor em Actos 17:
    • Atenas, cidade grandiosa, mas também idólatra, supersticiosa e pagã (Actos 17:16-18);
      • Não obstante, possuía uma sinagoga judaica (que não cumpria o seu papel. Comparar com Romanos 2:24)
    • O dia-a-dia de Paulo em Atenas:
      • Paulo pregou na sinagoga aos judeus (Actos 17:3), mas também nas praças e lugares públicos aos gentios (17:18-23);
    • Atenas revelou-se pouco receptiva à Palavra de Deus (Actos 17:32-34)
      • Nos tempos de Nero, Plínio escreveu que Atenas possuía mais de 3000 ídolos públicos (fora os particulares);
      • Petrónio refere (humoristicamente) que “ é mais fácil encontrar um Deus em Atenas do que um homem”.
  • Contraste Atenas / Tessalónica:
    • Em Atenas Paulo pregava, argumentava com algum à vontade, mas as pessoas zombavam e contra-argumentavam. Grande dificuldade, mas grande oportunidade.
    • Em Tessalónica, onde estava Timóteo, vivia-se perseguição, mas firmeza e amor.
      • O carácter de Timóteo:
      • “Bom soldado de Jesus Cristo” (II Tim. 2:3); “Nosso irmão”; “ministro de Deus”; “Cooperador no evangelho” (3:2); “para confortar” (do grego: estabelecer)
    • Timóteo trouxe ânimo, força e coragem para Paulo:
      • Os heróis/lutadores/anciãos também precisam!
  • Paulo termina deixando a porta aberta para a tão desejada visita (3:10) para suprir o que falta à fé daquela igreja.
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Cartas da Bem-aventurada Esperança -V-

Cartas da Bem-aventurada Esperança -V-

Secção V – 1 Tess. 2:14-20 (2 de Junho de 2011)

Apresentam-se os dois assuntos que compõem a segunda parte do capítulo 2 de I Tessalonicenses: elogio da coragem da igreja que enfrentava perseguição e desejo do apóstolo em voltar a visitar a igreja.

  • Imitadores de Paulo sofrendo perseguição (I Tess. 2:14-16)
    • Perseguição infligida pelos seus conterrâneos (pagãos);
    • Perseguição infligida pelos judeus;
  • Um exemplo/lição de grande valor em Pafos (Chipre):
    • Actos 13:1-13
      • Apresenta o caso de um homem judeu (Elimas) que resistiu e moveu uma grande oposição ao apóstolo Paulo quando este tentou esclarecer um procônsul romano (Sérgio Paulo) quanto à salvação;
      • O judeu Elimas, que era próximo do procônsul, não só não o levou a Deus como impedia que Paulo o fizesse;
      • O judeu Elimas foi repreendido e cego temporariamente;
      • Uma grande parábola, em pequena escala do aconteceria brevemente em grande escala:
        • - Os judeus não fizeram o seu papel de serem uma fonte de bênção para a restante humanidade. Por isso, foram momentaneamente cegos e o Evangelho de Graça de Deus é agora anunciado a todos sem excepção (Romanos 10:12-13).
  • Paulo ansioso por voltar a Tessalónica (I Tess. 2: 17-20)
    • Vontade motivada por:
      • Despedida apressada (Actos 17:10)
      • Conhecimento das aflições e perseguições;
      • Talvez algum desejo (humano) de terminar o que iniciara;
    • Paulo foi impedido de voltar; mas esse impedimento era sadio:
      • II Tess. 1:3-4
        • · A igreja era um exemplo em tudo, até na forma como crescia no meio das aflições.
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