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	<title>Iefontainhas.org &#187; bicicleta</title>
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		<title>A bicicleta</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 09:33:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ilustrações]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[pai]]></category>
		<category><![CDATA[pobre]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava extremamente orgulhoso da minha filha Emily, de 9 anos. Decidida a comprar uma bicicleta de montanha, ela passou um ano aguardar a semanada e a fazer pequenos recados e tarefas na vizinhança para ganhar mais uns dinheiritos. Por altura de Novembro, já pusera de lado 49 euros, mas ainda assim parecia desanimada.” Acho que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://iefontainhas.org/wordpress/wp-content/uploads/2008/11/bicicleta_menina.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-158" title="bicicleta_menina" src="http://iefontainhas.org/wordpress/wp-content/uploads/2008/11/bicicleta_menina-300x108.jpg" alt="" width="300" height="108" /></a></p>
<p>Estava extremamente orgulhoso da minha filha Emily, de 9 anos. Decidida a comprar uma bicicleta de montanha, ela passou um ano aguardar a semanada e a fazer pequenos recados e tarefas na vizinhança para ganhar mais uns dinheiritos.</p>
<p>Por altura de Novembro, já pusera de lado 49 euros, mas ainda assim parecia desanimada.” Acho que não vou conseguir” disse-me ela.</p>
<p>Para a provocar, respondi “ Sempre podes escolher da minha colecção de bicicletas”. “ Obrigada pai. Mas as suas bicicletas são tão velhas…”</p>
<p>E tinha razão, está claro. As minhas bicicletas eram todas modelos de 1950. “ Clássicas” mas não do género que um jovem de hoje quisesse ter.<br />
<span id="more-157"></span><br />
Pouco antes do Natal, fui com a Emily ver bicicletas. Ainda abaixo da meta que estabelecera, ela escolheu uns quantos modelos menos caros com que talvez conseguisse contentar-se.</p>
<p>Ao sairmos de uma loja, ela reparou num voluntário do Exército Salvação que, junto a uma cafeteira encarnada e enorme, tocava exuberantemente uma campainha.</p>
<p>” Podemos dar alguma coisa pai?” pergunta ela.</p>
<p>“ Desculpa, Emily, “ respondi eu, “ Mas estou sem trocos”.</p>
<p>Durante todo mês de Dezembro a Emily continuou a fazer muitos trabalhos, até que um dia se saiu com uma declaração espantosa: “ Sabes, o dinheiro todo que eu juntei?” balbuciou ela,</p>
<p>“ Vou dar tudo aos pobres.”</p>
<p>“ Isso é muito bonito”, disse a minha mulher, Diane. “Mas poupaste durante o ano todo. Talvez pudesses dar só uma parte.</p>
<p>” Emily, abanou a cabeça.</p>
<p>E assim, uma bela manhã pouco antes do Natal, sem qualquer pompa, a Emily entregou a sua poupança total de 58 euros a um agradecido voluntário do Exercito de Salvação.</p>
<p>Comovido pelo altruísmo da Emily, também eu decidi dar uma das minhas bicicletas clássicas a um concessionário de automóveis que estava a juntar bicicletas velhas para dar a crianças pobres. Quando estava a escolher um dos modelos resplandecentes da colecção, foi  como se um segundo modelo se iluminasse</p>
<p>E se eu desse duas? Não, uma havia de chegar.</p>
<p>Mas quando ia a entrar no carro, a ideia de dar uma segunda bicicleta não me largou. E fiz meia volta.</p>
<p>Quando entreguei as bicicletas, o concessionário disse-me. Vai fazer duas crianças muito felizes. Aqui tem as rifas “Rifas”? ! disse  “eu.</p>
<p>“ Sim. Por cada bicicleta doada damos uma hipótese de ganhar uma bicicleta de montanha para rapaz, nova, de uma loja daqui.”</p>
<p>Porque será que nem fiquei surpreendido quando veio a ver-se que aquela segunda rifa era a premiada? “Ganhaste?! Nem acredito! “ riu-se a Diane.</p>
<p>“Não ganhei nada.” Respondi eu.</p>
<p>“E mais que evidente que quem ganhou foi a Emily.”</p>
<p>E não me surpreendeu também que o dono da loja se tenha alegremente prontificado a trocar a bicicleta de rapaz anunciada por uma lindíssima bicicleta de montanha para rapariga. Coincidência? . Talvez . Eu prefiro pensar que foi uma maneira de recompensar uma rapariguinha por um sacrifício para além dos seus verdes anos enquanto de caminho, o pai aprendia uma lição.</p>
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		<title>Ajudando a chorar</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 08:49:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ilustrações]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[chorar]]></category>
		<category><![CDATA[menina]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma menina chegou em casa atrasada para o jantar. A sua mãe tentava acalmar o nervoso pai enquanto pedia explicações sobre o que havia acontecido. A menina respondeu que tinha parado para ajudar Janie, a sua amiga, porque ela tinha caído e a sua bicicleta tinha partido-se. - E desde quando sabes consertar bicicletas? &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://iefontainhas.org/wordpress/wp-content/uploads/2008/08/bicicleta.jpg"><img class="size-medium wp-image-44 alignleft" title="bicicleta" src="http://iefontainhas.org/wordpress/wp-content/uploads/2008/08/bicicleta-300x291.jpg" alt="bicicleta" width="180" height="175" /></a></p>
<p>Uma menina chegou em casa atrasada para o jantar.<br />
A sua mãe tentava acalmar o nervoso pai enquanto pedia explicações sobre o que havia acontecido.<br />
A menina respondeu que tinha parado para ajudar Janie, a sua amiga, porque ela tinha caído e a sua bicicleta tinha partido-se.<br />
- E desde quando sabes consertar bicicletas? &#8211; perguntou a mãe.<br />
- Eu não sei consertar bicicletas! &#8211; disse a menina, eu só parei para ajudá-la a chorar.</p>
<p>Não muitos de nós sabemos consertar bicicletas. E quando os nossos amigos caíram e quebraram, não as suas bicicletas mas suas vidas, poucas vezes tivemos capacidade para consertá-la. Não podemos simplesmente consertar a vida de outra pessoa, embora isso seja o que nós gostaríamos de fazer.</p>
<p>Mas como a menina, nós podemos parar para lhes ajudar a chorar. Se isso é o melhor que nós podemos fazer&#8230; e isso é muito!</p>
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