Cristo veio

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Áudio da mensagem de Simão Santos à Igreja em Fontaínhas – São João da Madeira.

 

Apontamentos da mensagem, disponibilizados por Simão Santos, à Igreja em Fontaínhas – São João da Madeira.

13/12/2020

 

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” Isaías 9:6

 

Enquanto vivemos o “most wonderful time of the year” e a iminência natalícia, presta-se mais alguma atenção ao evento que divide a contagem dos anos: o nascimento de Cristo.

Entre luzes, açúcar e canela é importante destacar que, través do nascimento de Cristo, Deus intrometeu-se na história humana e no seu trajeto errante e destrutivo.

O profeta Isaías tem o cuidado de referir que o nascimento de Cristo é uma dádiva:

  • um menino nos nasceu; não que tenhamos sido pais – mas, um bebé nasceu para nós, por nossa causa e para nosso benefício. Não é algo menor se considerarmos que o Deus infinito se esvaziou para caber no nosso estado/condição;
  • foi-nos oferecido um filho (novamente, não que tenhamos sido pais), de outro, evidentemente, não um emissário ou alto quadro, mas um filho! Por isso João 3:16 diz: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”;
  • alguém de superior autoridade.

 

Ninguém é lembrado por ser menino, ou pelo que alcançou na infância; e Cristo também não! Jesus Cristo será lembrado e elogiado pelas suas ações e pelo Seu feito principal – será louvado como maravilhoso, conselheiro… (Isaías 9:6)

O “menino” Jesus ocupa uma fração ínfima do relato bíblico; o Seu sacrifício, o Seu trabalho, influência e impacto inundam a Bíblia e não ocupam mais espaço porque o mundo não os poderia conter.

“Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez; e, se cada uma das quais fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que se escrevessem. Amém!”

João 21:25

 

Cristo veio, o menino nasceu e, com isso, “Deus chegou mais perto”; e Cristo nasceu para se aproximar dos maus, injustos, rebeldes, orgulhosos, profanos, ateus, desinteressados, violentos, assassinos, imorais, corruptos, ladrões, mentirosos, vaidosos, enfim… de todos nós, com todos os defeitos e pecados que nos caracterizam.

Quando José procurou afastar-se de Maria, foi-lhe explicado que o nome seria Jesus porque salvaria o seu povo dos pecados e que, por Ele, Deus estaria connosco.

“E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.
Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz:
Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel, que traduzido é: Deus connosco.”

Mateus 1:21-23

 

Mais tarde, Paulo escreveria:

Esta é uma palavra fiel e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.
1 Timóteo 1:15

 

Cristo nasceu/veio porque a Lei de Deus não possuía qualquer defeito que a tirasse do nosso caminho, encurralando-nos e condenando à miséria, ao medo, à solidão e ao inferno.

 

Cristo nasceu mostrando que a Graça de Deus é maior que a nossa ignorância; nasceu porque o seu amor é maior que a nossa prepotência; porque a sua misericórdia é maior que os nossos pecados.

O Natal é Cristo, porque a vida é Cristo.

É sempre Jesus Cristo! Por isso a Bíblia não apresenta religiões – quando Cristo nasceu, não se formou uma religião.

Quando Cristo nasceu, Deus desceu do Céu, vestiu as nossas roupas e abriu-nos as portas do Céu.

“Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo.” Atos 16:31

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